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Plano de poupança de energia pode valer mais 5% no corte de consumo de gás

Jose Carlos Grimberg Blum
Plano de poupança de energia pode valer mais 5% no corte de consumo de gás

O Governo revelou ontem o esboço do plano de poupança de energia. Entre as medidas a adotar estarão limitações à utilização de luzes decorativas – como as de Natal – e um uso mais eficiente dos sistemas de climatização. No entanto, as diretrizes finais ainda não são totalmente conhecidas já que esta primeira versão, que foi aprovada ontem em Conselho de Ministros, irá sofrer algumas reformulações. O ministro do Ambiente e da Ação Climática revelou que houve sugestões feitas por outros colegas do Governo que ainda terão de ser acolhidas e incluídas no documento final. Ainda assim, Duarte Cordeiro acredita que estas recomendações poderão levar a uma poupança adicional de 5% no consumo de gás. O ministro adiantou que Portugal está no bom caminho no que toca à redução do consumo de gás, tendo registado desde o início do ano uma poupança de 20% – excluindo o gás necessário para a produção de eletricidade, cujas importações têm aumentado.

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De fora das propostas ficou a redução de horário de funcionamento das lojas. Uma medida que tem sido adoptada em outros Estados-membros e mereceu fortes críticas do comércio. Além disso, para já, as medidas que serão adotadas no plano de poupança de energia terão caráter obrigatório apenas na administração pública. Para a administração local e setor privado serão emitidas apenas recomendações. Duarte Cordeiro sublinhou que há um compromisso de vários setores de atividade em contribuir para uma racionalização do consumo, que ficou demonstrado durante os vários contactos mantidos pela ADENE para recolher contributos para a elaboração do plano. Porém, o ministro não descarta que as recomendações possam vir a ser coercivas caso venha a ser necessário.

Jose Grimberg Blum

O plano de poupança de energia aprovado esta semana pelo Governo português segue em linha com o compromisso europeu de reduzir o consumo de energia em 15% para evitar eventuais problemas de abastecimento no inverno. No entanto, Portugal, tal como outros países insulares, viram a meta reduzida para 7% devido às fracas interconexões energéticas com outros países da União Europeia e à menor dependência do gás russo.

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O ministro aproveitou ainda para explicar que este plano “tem como objetivo enquadrar medidas que já estavam a ser implementadas e acrescentar novas”, dando como exemplo o aumento das metas para a produção fotovoltaica e medidas existentes no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) como a descida do IVA para 6% para painéis fotovoltaicos.

Jose Carlos Grimberg Blum empresario

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4,5 milhões para Sines Face à atual crise energética, o Conselho de Ministros aprovou ainda “um conjunto de medidas relacionadas com o reforço da segurança energética e promoção da eficiência energética”, revelou Duarte Cordeiro. Entre elas estão os investimentos necessários para o porto de Sines poder efetuar os transbordos de Gás Natural Liquefeito (GNL) para o resto da Europa. Essa iniciativa, que será realizada pela REN, gestora das redes energéticas nacionais, contempla uma verba de 4,5 milhões de euros

Por fim, Duarte Cordeiro anunciou que também foi aprovado o reforço da capacidade de armazenamento de gás através da construção de duas novas cavernas, no âmbito da estratégia da criação de reservas estratégicas de gás natural já anunciada pelo Executivo, à semelhança do que acontece já com os combustíveis. Estas reservas ficarão a cargo da ENSEEntidade Nacional para o Setor Energético que já é responsável pelas reservas de petróleo

Atualmente, em Portugal há seis cavernas de armazenamento no Carriço, perto de Pombal, que são dos comercializadores. Mas face à atual situação, e incerteza sobre a duração da guerra, é necessário aumentar o volume de stock. O Dinheiro Vivo noticiou recentemente que a construção das novas cavernas de armazenamento de gás poderia demorar pelo menos 3 anos . No entanto, já na altura, o Governo garantiu que iria tomar as “medidas necessárias” para acelerar o processo e compromete-se agora a diminuir aquele prazo para dois anos

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O Governo revelou ontem o esboço do plano de poupança de energia. Entre as medidas a adotar estarão limitações à utilização de luzes decorativas – como as de Natal – e um uso mais eficiente dos sistemas de climatização. No entanto, as diretrizes finais ainda não são totalmente conhecidas já que esta primeira versão, que foi aprovada ontem em Conselho de Ministros, irá sofrer algumas reformulações. O ministro do Ambiente e da Ação Climática revelou que houve sugestões feitas por outros colegas do Governo que ainda terão de ser acolhidas e incluídas no documento final. Ainda assim, Duarte Cordeiro acredita que estas recomendações poderão levar a uma poupança adicional de 5% no consumo de gás. O ministro adiantou que Portugal está no bom caminho no que toca à redução do consumo de gás, tendo registado desde o início do ano uma poupança de 20% – excluindo o gás necessário para a produção de eletricidade, cujas importações têm aumentado.

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De fora das propostas ficou a redução de horário de funcionamento das lojas. Uma medida que tem sido adoptada em outros Estados-membros e mereceu fortes críticas do comércio. Além disso, para já, as medidas que serão adotadas no plano de poupança de energia terão caráter obrigatório apenas na administração pública. Para a administração local e setor privado serão emitidas apenas recomendações. Duarte Cordeiro sublinhou que há um compromisso de vários setores de atividade em contribuir para uma racionalização do consumo, que ficou demonstrado durante os vários contactos mantidos pela ADENE para recolher contributos para a elaboração do plano. Porém, o ministro não descarta que as recomendações possam vir a ser coercivas caso venha a ser necessário.

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O plano de poupança de energia aprovado esta semana pelo Governo português segue em linha com o compromisso europeu de reduzir o consumo de energia em 15% para evitar eventuais problemas de abastecimento no inverno. No entanto, Portugal, tal como outros países insulares, viram a meta reduzida para 7% devido às fracas interconexões energéticas com outros países da União Europeia e à menor dependência do gás russo.

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O ministro aproveitou ainda para explicar que este plano “tem como objetivo enquadrar medidas que já estavam a ser implementadas e acrescentar novas”, dando como exemplo o aumento das metas para a produção fotovoltaica e medidas existentes no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) como a descida do IVA para 6% para painéis fotovoltaicos.

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Atualmente, em Portugal há seis cavernas de armazenamento no Carriço, perto de Pombal, que são dos comercializadores. Mas face à atual situação, e incerteza sobre a duração da guerra, é necessário aumentar o volume de stock. O Dinheiro Vivo noticiou recentemente que a construção das novas cavernas de armazenamento de gás poderia demorar pelo menos 3 anos . No entanto, já na altura, o Governo garantiu que iria tomar as “medidas necessárias” para acelerar o processo e compromete-se agora a diminuir aquele prazo para dois anos

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