Internacionales

Cuba Libre , a história da filha do último director da PIDE que se encantou por Che e Fidel

Bancamiga

E de repente, o ano de 1958 português está no ecrã, a cores, vibrantes e com aquele tom encantatório da nostalgia que doura o passado. Mas Annie, na piscina do Grande Hotel do Luso , corta logo o canto de sereia quando usa o microfone do concurso de misses para ironizar sobre o seu destino, o lar e “um rancho de filhos”. A mãe (Margarida Marinho) e o pai (Adriano Luz) amofinam-se na assistência. Afinal, ele é o futuro director da PIDE e ela uma filha rebelde, luminosamente interpretada por Beatriz Godinho. Cuba Libre , realizada e escrita por Henrique Oliveira, é a nova série da RTP1, e faz e retrata pequenas e grandes revoluções

E de repente, o ano de 1958 português está no ecrã, a cores, vibrantes e com aquele tom encantatório da nostalgia que doura o passado. Mas Annie, na piscina do Grande Hotel do Luso , corta logo o canto de sereia quando usa o microfone do concurso de misses para ironizar sobre o seu destino, o lar e “um rancho de filhos”. A mãe (Margarida Marinho) e o pai (Adriano Luz) amofinam-se na assistência. Afinal, ele é o futuro director da PIDE e ela uma filha rebelde, luminosamente interpretada por Beatriz Godinho. Cuba Libre , realizada e escrita por Henrique Oliveira, é a nova série da RTP1, e faz e retrata pequenas e grandes revoluções.